Projeto da UFJF é destaque na revista Minas Faz Ciência.

27 de Julho de 2017

Trabalhar com pesquisas que envolvam a história da arte é, dentre várias outras coisas, permitir, por parte da população, uma melhor compreensão, interpretação e valorização da arte brasileira. Sendo assim, estudos nesta linha proporcionam um enriquecimento imensurável de nosso patrimônio público.

É proporcionando esta valorização que a professora da Universidade Federal de Juiz de Fora, Maraliz de Castro Vieira Christo, desenvolve suas pesquisas. Responsável pelo projeto que explora o acervo do Museu Mariano Procópio, em Juiz de Fora, que conta com aproximadamente 50 mil peças, visa compreender, junto à sua equipe os processos de produção artística, a circulação e recepção destas obras. Recebeu o grande prêmio Capes Florestan Fernandes, concedido à melhor tese defendida em 2005, com seu estudo que propunha investigar a obra Tiradentes esquartejado (1983), de autoria de Pedro Américo, obra icônica da pintura histórica brasileira. Premiada com uma bolsa de pós-doutorado no exterior, possibilitou que a professora Maraliz iniciasse estudos comparando sobre a pintura histórica da América latina do século XIX.

A revista Minas Faz Ciência, publicada pela Fapemig, trouxe em suas páginas da última edição uma matéria que narra, resumidamente, a contribuição desta pesquisadora para com os estudos envolvendo a arte brasileira.

Nós da Fadepe temos orgulho de contribuir com a realização destes projetos e, principalmente, agradecemos a confiança depositada em nós pela professora Maraliz.

A revista pode ser acessada a partir do link.

Fonte, Fapemig.






Outras Notícias

De 24 a 26 de outubro, Juiz de Fora recebe o evento Fomenta, iniciativa do SEBRAE.

O evento tem como objetivo principal aproximar os pesquisadores de toda comunidade.

Você deseja ser um Pesquisador/a? Um cientista? Se sim, há muitos conceitos que você deverá compreender.

A décima edição do evento aconteceu nos dias 13 a 15 de setembro no campus da UFMG.